E por falar em flores, a Valéria L.Lopes é apaixonada por flores. Artesã de mão cheia, ela transforma garrafas pet, latas de refrigerante ou cerveja e filtro de café usado em lindas flores. Veja o resultado:
Se tem mãe coruja, também pode ter filha coruja, né? Rsrs...
Páginas
tópicos
As Aventuras de Ian
Grupo Mobiliza
Mimirabolantes
Natal
Rio+20
Simpsons
Star Wars
Teresópolis
Valéria Eco-Arte
arte
arte urbana
bambu
bicicleta
biochip
biodegradável
biodiversidade
bolas de pet
cactos e suculentas
café
casa
clima
clipping
coleta seletiva
compostagem
consumo consciente
convidados
cozinha
customização
decoração
design
ecovila
eletro-eletrônicos
embalagens
energia
espuma e isopor
eventos
extinção
fairy
festa
festa junina
filmes
floresta
hidroponia
horta
infância
jardim
limpeza
livros
lâmpada
madeira
metal/lata
mobilidade
moda
música
oceano
oleo
orgânico
papel e papelão
pinha
pique nique
plástico e pet
pneus
portfólio
praia
resiliência
retrô
rolhas
saúde
sebo
selinho
solidariedade
tecido
terrários
tetra pak
tutorial
urso polar
velas
vidro
vídeo
água
árvores
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Primavera
Marcadores:
biodiversidade,
Teresópolis
Quem não gosta da primavera?
Eu adoro!
A estação mais colorida e florida do ano.
Lá em Teresópolis fica muito seco durante o inverno. Com a chegada da primavera vem à chuva e logo o jardim estará carregado de flores novamente.
As fotos acima são de flores do meu jardim quando morei lá. As fotos seguintes são algumas das flores que já despontaram por lá, que tirei no último fim de semana chuvoso. E que venham mais água e flores...
Eu adoro!
A estação mais colorida e florida do ano.
Lá em Teresópolis fica muito seco durante o inverno. Com a chegada da primavera vem à chuva e logo o jardim estará carregado de flores novamente.
As fotos acima são de flores do meu jardim quando morei lá. As fotos seguintes são algumas das flores que já despontaram por lá, que tirei no último fim de semana chuvoso. E que venham mais água e flores...
Camisa masculina muito versatil...
Marcadores:
moda
Essa dica foi da minha amiga Monique Mimirabolantes!
É uma dica bacana para quem gosta de moda e aproveita as roupas ao máximo.
Trata-se de uma estilista - Irina Zvidrina - que mostra como aproveitar uma camiseta masculina com muita criatividade formando diversos modelos femininos que você monta no corpo mesmo, sem ter que cortar ou costurar a peça.
Vale a pena dar uma olhada!
http://sorisomail.com/partilha/200207.html
É uma dica bacana para quem gosta de moda e aproveita as roupas ao máximo.
Trata-se de uma estilista - Irina Zvidrina - que mostra como aproveitar uma camiseta masculina com muita criatividade formando diversos modelos femininos que você monta no corpo mesmo, sem ter que cortar ou costurar a peça.
Vale a pena dar uma olhada!
http://sorisomail.com/partilha/200207.html
Dia da árvore (21 setembro)
Marcadores:
árvores,
biodiversidade,
Teresópolis
No último dia 21 de setembro foi o dia da árvore.
Já plantei algumas. No último fim de semana pude voltar à Teresópolis, fotografei algumas delas.
Nas fotos, o Ian junto do pinheirinho e um ipê que ainda estão pequenos, mas crescendo...
Já plantei algumas. No último fim de semana pude voltar à Teresópolis, fotografei algumas delas.
Nas fotos, o Ian junto do pinheirinho e um ipê que ainda estão pequenos, mas crescendo...
La Primavera
Marcadores:
música
La Primavera
Manu Chao
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son en Inglaterra ?
¿Que hora son en Gibraltar ?
¿Que hora son allá en Fisterra ?
¿Que hora son hey ByebyeBom ?
¿Que hora son la vida entera ?
¿Que hora son en el Japón ?
¿Que hora son en Mozambique ?
¿Que hora son en Washington ?
Nos engañaron Byebyebom !
Nos engañaron con la primavera !
Nos engañaron Bye Bye Bom !
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
¿Que hora son mi corazón ?
Manu Chao
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son mi corazón ?
¿Que hora son en Inglaterra ?
¿Que hora son en Gibraltar ?
¿Que hora son allá en Fisterra ?
¿Que hora son hey ByebyeBom ?
¿Que hora son la vida entera ?
¿Que hora son en el Japón ?
¿Que hora son en Mozambique ?
¿Que hora son en Washington ?
Nos engañaron Byebyebom !
Nos engañaron con la primavera !
Nos engañaron Bye Bye Bom !
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
BOMBALA BOMBALA BOMBALA….
¿Que hora son mi corazón ?
Desabafo
Marcadores:
consumo consciente,
retrô
Algumas amigas blogueiras já publicaram esse texto que parece ser de autoria de Anna Rhoden. Recebi por e-mail da Monique Mimirabolantes. Como costumo falar disso por aqui, achei legal postar também. É uma boa referência para explicar a minha relação com o retrô/vintage.
Na foto, euzinha, ainda na infância, usando fralda de pano.
DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
Na foto, euzinha, ainda na infância, usando fralda de pano.
DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Sem Carro
Marcadores:
bicicleta,
mobilidade
Hoje foi o dia mundial sem carro!
E você, como se locomoveu pela cidade?
Bicicleta, skate, patinete, coletivo, carona,... à pé?
Tá valendo.
Assinar:
Postagens (Atom)
























