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sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pelo ONU em 1993. O tema desse ano é a cooperação pela água.
Mas lembre-se: é importante economizar água sempre! Água é vida.
Veja mais sobre Água aqui.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mais pelo dia mundial da Água

Embora 3/4 da superfície do nosso planeta esteja coberto por água, que está aqui desde muito tempo, somente uma pequenina porção dessa água é própria para o consumo. E mesmo com o ciclo hidrográfico precisamos ser mais cautelosos com o uso da água potável, recurso tão vital. Então não se esqueça de economizar e não poluir.

Algumas boas ideias para o uso consciente e criativo da água:







Esses infográficos mostram o consumo de água por trás de produtos que consumimos:





Campanhas pela preservação da água potável:









Dia Mundial da Água





Hoje é o dia da Água. Ela é fundamental para a vida na Terra. Artigo de grande valor, a água é sagrada em todas as religiões. Mas ainda assim precisamos aprender a respeitá-la e cuidar desse recurso natural valiosíssimo para a manutenção da vida.

Você pode começar com atitudes simples como reduzir o consumo de carne vermelha (para criar um boi adulto é necessária muuuuita água).

E tem também essas dicas:

No banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros.

Ao escovar os dentes: escove os dentes e enxágüe a boca com a água do copo. Assim você economiza 3 litros de água.

Na descarga: Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário!

Na torneira: Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa, 1.380litros por mês. Feche bem as torneiras.

Vazamentos: Um buraco de 2 milímetros no encanamento desperdiça cerca de 3 caixas d’água de mil litros.

Na caixa d’água: Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada.

Na lavagem de louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágüe tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheio.

Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com guincho-revólver ou regador.

Lavar carro: Com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina lavar roupa.

Na limpeza de quintal e calçada USE VASSOURA: Se precisar utilize a água que sai do enxague da máquina de lavar.



Se tiver tempo, dá uma olhada em mais esse vídeo incrível sobre a água engarrafada da Annie Leonard, mesma criadora de A História das Coisas (legendado).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Uma plantinha só para refrescar



Para dar um refresco, pelo menos visual, em casa ou na área de trabalho, um vasinho com plantas ou flores sobre a mesa. Esse ai está com meu bambu ainda novinho e começando a germinar. As flores ganhei do Jr e coloquei ali mesmo. As bolinhas de gude eram suas desde a infância e também ficam lindas na decoração. O vidro era embalagem de algum alimento.

Ah! Quase esqueci: esse bambu fica só na água. Quer coisa mais refrescante que água?!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Economizar no calor... e que calor!!!



Hoje foi o dia mais quente do ano aqui no Rio. Difícil de suportar esse calor infernal, mesmo para nós cariocas, sem aumentar os gastos com energia e água em casa: mais banhos, ar condicionados ligados, abrir a geladeira a todo o momento para tomar uma água geladinha, né? Mas tem como ajudar a preservar os recursos naturais do nosso planeta com atitudes bem simples e um pouco de boa vontade.

Aqui em casa, por exemplo, o ar condicionado a gente só liga nas noites mais quentes para dormir melhor (mais tem sido difícil dormir sem). Mesmo assim é um só: colocamos o colchão do Ian no nosso quarto e evitamos mais desperdício. Durante o dia, o que vale é o ventilador de teto, tomar um banho frio para refrescar, usar roupas leves (vale biquíni) e beber muita água.





E para não abrir a todo o momento a geladeira e fazer ela se manter fresquinha por mais tempo sem ter que “puxar” tanta energia, uma dica muito simples: mantenha água gelada em uma garrafa térmica. Essa garrafa térmica que eu uso é da minha mãe (mas sou eu quem usa) e deve ter a minha idade, rs.



Quando saio, levo na bolsa o leque: ele é o maior adianto nas horas de calor sufocante. Para andar na rua debaixo de Sol forte, a sombrinha de bambu.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Carta do Cacique Mutua sobre Belo Monte


Carta do Cacique Mutua (dos Povos Xavantes) a todos os povos da Terra

O Sol me acordou dançando no meu rosto. Pela manhã, atravessou a palha da oca e brincou com meus olhos sonolentos. O irmão Vento, mensageiro do Grande Espírito, soprou meu nome, fazendo tremer as folhas das plantas lá fora. Eu sou Mutua, cacique da aldeia dos Xavantes. Na nossa língua, Xingu quer dizer água boa, água limpa. É o nome do nosso rio sagrado. Como guiso da serpente, o Vento anunciou perigo. Meu coração pesou como jaca madura, a garganta pediu saliva. Eu ouvi. O Grande Espírito da floresta estava bravo. Xingu banha toda a floresta com a água da vida. Ele traz alegria e sorriso no rosto dos curumins da aldeia. Xingu traz alimento para nossa tribo. Mas hoje nosso povo está triste. Xingu recebeu sentença de morte. Os caciques dos homens brancos vão matar nosso rio. O lamento do Vento diz que logo vem uma tal de usina para nossa terra. O nome dela é Belo Monte. No vilarejo de Altamira, vão construir a barragem. Vão tirar um monte de terra, mais do que fizeram lá longe, no canal do Panamá.
Enquanto inundam a floresta de um lado, prendem a água de outro. Xingu vai correr mais devagar. A floresta vai secar em volta. Os animais vão morrer. Vai diminuir a desova dos peixes. E se sobrar vida, ficará triste como o índio.

Como uma grande serpente prateada, Xingu desliza pelo Pará e Mato Grosso, refrescando toda a floresta. Xingu vai longe desembocar no Rio Amazonas e alimentar outros povos distantes. Se o rio morre, a gente também morre, os animais, a floresta, a roça, o peixe tudo morre. Aprendi isso com meu pai, o grande cacique Aritana, que me ensinou como fincar o peixe na água, usando a flecha, para servir nosso alimento.
Se Xingu morre, o curumim do futuro dormirá para sempre no passado, levando o canto da sabedoria do nosso povo para o fundo das águas de sangue. Pela manhã, o Vento me levou para a floresta. O Espírito do Vento é apressado, tem de correr mundo, soprar o saber da alma da Natureza nos ouvidos dos outros pajés. Mas o homem branco está surdo e há muito tempo não ouve mais o Vento.

Eu falei com a Floresta, com o Vento, com o Céu e com o Xingu. Entendo a língua da arara, da onça, do macaco, do tamanduá, da anta e do tatu. O Sol, a Lua e a Terra são sagrados para nós. Quando um índio nasce, ele se torna parte da Mãe Natureza. Nossos antepassados, muitos que partiram pela mão do homem branco, são sagrados para o meu povo.

É verdade que, depois que homem branco chegou, o homem vermelho nunca mais foi o mesmo. Ele trouxe o espírito da doença, a gripe que matou nosso povo. E o espírito da ganância que roubou nossas árvores e matou nossos bichos. No passado, já fomos milhões. Hoje, somos somente cinco mil índios à beira do Xingu, não sei por quanto tempo.

Na roça, ainda conseguimos plantar a mandioca, que é nosso principal alimento, junto com o peixe. Com ela, a gente faz o beiju. Conta a história que Mandioca nasceu do corpo branco de uma linda indiazinha, enterrada numa oca, por causa das lágrimas de saudades dos seus pais caídas na terra que a guardava.
O Sol me acordou dançando no meu rosto. E o Vento trouxe o clamor do rio que está bravo. Sou corajoso guerreiro, não temo nada.

Caminharei sobre jacarés, enfrentarei o abraço de morte da jiboia e as garras terríveis da suçuarana. Por cima de todas as coisas pularei, se quiserem me segurar. Os espíritos têm sentimentos e não gostam de muito esperar.

Eu aprendi desde pequeno a falar com o Grande Espírito da floresta. Foi num dia de chuva, quando corria sozinho dentro da mata, e senti cócegas nos pés quando pisei as sementes de castanha do chão. O meu arco e flecha seguiam a caça, enquanto eu mesmo era caçado pelas sombras dos seres mágicos da floresta. O espírito do Gavião Real agora aparece rodopiando com suas grandes asas no céu. Com um grito agudo perguntou: Quem foi o primeiro a ferir o corpo de Xingu? Meu coração apertado como a polpa do pequi não tem coragem de dizer que foi o representante do reino dos homens. O espírito do Gavião Real diz que se a artéria do Xingu for rompida por causa da barragem, a ira do rio se espalhará por toda a terra como sangue e seu cheiro será o da morte.

O Sol me acordou brincando no meu rosto. O dia se abriu e me perguntou da vida do rio. Se matarem o Xingu, todos veremos o alimento virar areia.

A ave de cabeça majestosa me atraiu para a reunião dos espíritos sagrados na floresta. Pisando as folhas velhas do chão com cuidado, pois a terra está grávida, segui a trilha do rio Xingu. Lembrei que, antes, a gente ia para a cidade e no caminho eu só via árvores. Agora, o madeireiro e o fazendeiro espremeram o índio perto do rio com o cultivo de pastos para boi e plantações mergulhadas no veneno. A terra está estragada. Depois de matar a nossa floresta, nossos animais, sujar nossos rios e derrubar nossas árvores, querem matar Xingu.

O Sol me acordou brincando no meu rosto. E no caminho do rio passei pela Grande Árvore e uma seiva vermelha deslizava pelo seu nódulo. Quem arrancou a pele da nossa mãe? gemeu a velha senhora num sentimento profundo de dor. As palavras faltaram na minha boca. Não tinha como explicar o mal que trarão à terra. Leve a nossa voz para os quatro cantos do mundo clamou O Vento ligeiro soprará até as conchas dos ouvidos amigos ventilou por último, usando a língua antiga, enquanto as folhas no alto se debatiam.
Nosso povo tentou gritar contra os negócios dos homens. Levamos nossa gente para falar com cacique dos brancos. Nossos caciques do Xingu viajaram preocupados e revoltados para Brasília. Eu estava lá, e vi tudo acontecer.

Os caciques caraíbas se escondem. Não querem olhar direto nos nossos olhos. Eles dizem que nos consultaram, mas ninguém foi ouvido.

O homem branco devia saber que nada cresce se não prestar reverência à vida e à natureza. Tudo que acontecer aqui vai voar com o Vento que não tem fronteiras. Recairá um dia em calor e sofrimento para outros povos distantes do mundo.

O tempo da verdade chegou e existe missão em cada estrela que brilha nas ondas do Rio Xingu. Pronta para desvendar seus mistérios, tanto no mundo dos homens como na natureza.
Eu sou o cacique Mutua e esta é minha palavra! Esta é minha dança! E este é o meu canto!
Porta-voz da nossa tradição, vamos nos fortalecer. Casa de Rezas, vamos nos fortalecer. Bicho-Espírito, vamos nos fortalecer. Maracá, vamos nos fortalecer. Vento, vamos nos fortalecer. Terra, vamos nos fortalecer. Rio Xingu! Vamos nos fortalecer!

Leve minha mensagem nas suas ondas para todo o mundo: a terra é fonte de toda vida, mas precisa de todos nós para dar vida e fazer tudo crescer. Quando você avistar um reflexo mais brilhante nas águas de um rio, lago ou mar, é a mensagem de lamento do Xingu clamando por viver.

Cacique Mutua",

Xingu, Pará, Brasil, 08 de junho de 2011.

Fonte:
http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2011/junho/carta-do-caique-mutua-sobre-belo-monte/?searchterm=None

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Brincando com papelão e pet





Meu filho está naquela fase de copiar tudo que a gente faz.
Ele gosta muito de “marcenaria” (rs). Vê o pai fazendo coisas para casa e lá vai ele pegar furadeira, martelo, serrote, chave de fenda. Junto com as ferramentas, dei a ele algumas sobras das partes que cortei do castelo de papelão e que funcionaram muito bem no papel de madeira para ele serrar, furar, brincar...
Quando o pai lava o carro, ele lava também. A mangueira de verdade tem regulador na ponta para não desperdiçar água (se não tiver, use balde). A do Ian também é sustentável: toda feita de tampinhas de plástico.

terça-feira, 13 de julho de 2010

S.O.S.: Vazamento de Petróleo no Golfo do México






A ONG Matter of Trust está recebendo doações de cabelo humano, pêlos de animais e meias de nylon. O cabelo e o pêlo são colocados dentro das meias e estão sendo usados para retirar o óleo que chega à costa americana resultante do vazamento no Golfo do México. Diversos salões de beleza, criadores de ovelhas e petshops no mundo inteiro estão enviando doações. Participe!
http://www.matteroftrust.org/

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia Internacional dos Oceanos







Dia 8 de junho foi o dia internacional dos Oceanos!
Acho que vale lembrar que grande parte da biodiversidade do planeta vem dos oceanos. Tenha consciência disso e cuidado com o lixo e sacolas plásticas que prejudicam a vida marinha.
Mas o lixo que produzimos não é o único vilão dessa história. Pior ainda tem sido o resultado catastrófico dos vazamentos de petróleo. É preciso pensar novas formas de energia e combustível e reduzir os riscos de contaminação da água urgente.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mar 22 Dia Mundial da Água


There is no new water! O Fim da Água.
Tenho visto bons documentários sobre a preservação de nosso meio ambiente. Um deles foi O Fim da Água do Discovery Chanel na TV Escola.
A água é fundamental para TUDO o que fazemos. Mas a água NÃO é um recurso renovável: “Toda água que existe, existe! Não podemos fazer mais água”. O que há é um Ciclo Hidrográfico...

Mar 21 Dia Internacional da Floresta






Gente, para preservar, não adianta só reciclar! O processo ainda gasta água demais. Mesmo as áreas reflorestadas sofrem com as infinitas plantações de eucaliptos que consomem toda água possível. Use menos papel!!!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Calorão Danado






Todos nós temos sofrido com a infernal onda de calor que atinge o Rio de Janeiro. Até mesmo aqueles que adoram o calor e o verão estão sentindo os efeitos penosos do aquecimento global. Eu não tenho aparelho de ar-condicionado em casa e o ventilador simplesmente não dá conta. Para suportar o insuportável, só entrando debaixo d’água. E ai que fica cada vez mais difícil economizar energia e água. Para andar na rua só de chapéu ou sombrinha. Eu, que tenho pressão baixa, tomo muito cuidado para não desmaiar. Também tento não imaginar como serão os próximos verões para não sofrer mais ainda...
Meu Chevete 81, apesar de todo cuidado com a revisão do motor, de evitar usá-lo ao máximo por conta da economia de combustível que ainda é a gasolina, não pode ser usado durante o dia. Sem ar-condicionado é absolutamente insuportável sentar nos bancos de couro ou tocar no volante que ferve.
E se você está também sofrendo com o calorão aqui, imagina os ursos polares...