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Mostrando postagens com marcador floresta. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Brincando no Campus Ecológico
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Mês passado estivemos no Campus Ecológico do Joá. Foi aniversário da nossa amiguinha Bella. Lugar delicioso no meio da Mata Atlântica. As atividades para as crianças voltadas para a preservação do meio ambiente. Amamos!
As crianças recolheram “lixo” (garrafas pet, embalagens de papelão e tetra pak) e depois tudo virou arte em uma oficina criativa.
Fizemos trilha na mata, onde encontramos a ovelha “Pretinha”, mascote do campus, coelhinhos, patos, tartarugas e uma oca de índio.
Até com o minhocário as crianças brincaram.
Ótima opção para quem quer fazer festa fora de casa e manter a celebração sustentável.
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A cidade cresce e a floresta morre
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Isso muito me preocupa e assusta. A maior beleza do Rio está morrendo. Estamos deixando cortarem todas as árvores e não se vê mais verde como antes. Vira e mexe falo disso por aqui. É uma coisa que muito me incomoda.
Minha avó mora em São Conrado há muitos anos (já nem lembro quanto tempo). E lá eu cresci vendo a favela da rocinha “comer” a floresta sem limites. Parece que para os moradores da favela não há lei que proíba a derrubada de árvores. Por outro lado, vemos os órgãos públicos concedendo espaço para grandes empreiteiras em locais antes protegidos e que agora viraram grandes empreendimentos imobiliários.
Essa postagem é para recomendar essa matéria que saiu na revista Exame:
http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/area-verde-por-habitante-cai-26-no-rio-com-avanco-de-favelas
Veja esse trecho da matéria com comentário da diretora do SOS Mata Atlântica:
Como consequência disso, Márcia Hirota aponta as tragédias ambientais, que acometem milhares de famílias todos os anos, atingidas por enchentes e deslizamentos a cada período de chuva. “As ocupações e invasões ocorrem em áreas inadequadas, não só em capitais, mas em qualquer cidade. Aí quando acontecem deslizamentos e inundações, com perdas de vidas, a gente fica lamentando. Mas a culpa é do Poder Público, que não faz esse planejamento e não retira as pessoas em áreas impróprias, que a legislação não permite. Aí quando acontece uma tragédia, todos ficam indignados”, ressaltou.
Para a ambientalista, a saída é a participação da sociedade, pressionando as autoridades e apontando desrespeitos ao meio ambiente. “É preciso o cidadão denunciar casos de agressão à natureza, em um esforço coletivo. É mais barato evitar que as pessoas ocupem áreas inadequadas do que fazer um trabalho posterior para recuperar a natureza”, alertou.
Aqui tem outras postagens sobre o assunto:
http://ciclicca.blogspot.com.br/2012/03/cidade-nao-para-cidade-so-cresce.html
http://ciclicca.blogspot.com.br/2012/05/mais-verde-perto-de-casa.html
E você, tem notado que isso acontece na sua cidade? Isso te incomoda?
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Festa As Aventuras de Ian na Floresta – parte 3
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A casinha de caixa de lasanha que fiz com o Ian também serviu para enfeitar a mesa.
Colei uma figura carimbada na garrafa de vidro, que também ganhou fita e galhos secos de lírio que eu mesma plantei e colhi.
A embalagem de shampo virou árvore e fez parte da decoração junto com alguns dos nossos bichinhos de pelúcia. Recortei um envelope usado para fazer etiquetas para mudas que plantei com ajuda do Ian.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Festa As Aventuras de Ian na Floresta – parte 2
Revesti sobras de papelão com feltro e usei como suporte para as figuras coladas em palitos de churrasco. É só fazer um corte médio em duas plaquinhas de papelão e encaixar uma na outra para ficar de pé.
Dentro do rolo de fita adesiva que tinha terminado, tambem revestida com feltro, coloquei um pedaço de espuma (daquelas que vem nas embalagens de computador) para espetar os palitos.
Fiz os carimbos usando recortes de e.v.a. e pedaços de papelão. Carimbei sobre papel reciclado e recortei em volta. Depois foi só colar no painel ou nos palitos.
Continua...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Festa As Aventuras de Ian na Floresta – parte 1
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Meu filho fez 3 anos em maio e, como esse foi declarado o ano internacional das florestas, o tema da festa não podia ser outro. Fizemos uma festinha simples só para a família, mas tinha que criar um clima lúdico e divertido para o Ian usando apenas materiais que tinha em casa. A única coisa comprada foi o TNT verde usado para cobrir a mesa e o painel que simulava uma grande floresta atrás da mesa.
Usei bobinas de papelão revestidas com tecido marrom que achei aqui para parecerem troncos de árvores sob o painel de TNT. Nem precisei colar, foi só enrrolar nos tubos e depois soltar tudo e guardar para reaproveitar uma próxima vez. Alias, o TNT também pode ser guardado facilmente para as próximas.
Enfeitei a mesa com algumas figuras impressas de As Aventuras de Ian que sobraram do 1º aniversário, fuguras carimbadas, pinhas e galhos secos. Outros enfeites da mesa também foram feitos de material reaproveitado como papelão, espuma e embalagem de café (aquele saquinho dourado: usei para fazer folhas secas e deu um efeito lindo).
Continua...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Carta do Cacique Mutua sobre Belo Monte
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Carta do Cacique Mutua (dos Povos Xavantes) a todos os povos da Terra
O Sol me acordou dançando no meu rosto. Pela manhã, atravessou a palha da oca e brincou com meus olhos sonolentos. O irmão Vento, mensageiro do Grande Espírito, soprou meu nome, fazendo tremer as folhas das plantas lá fora. Eu sou Mutua, cacique da aldeia dos Xavantes. Na nossa língua, Xingu quer dizer água boa, água limpa. É o nome do nosso rio sagrado. Como guiso da serpente, o Vento anunciou perigo. Meu coração pesou como jaca madura, a garganta pediu saliva. Eu ouvi. O Grande Espírito da floresta estava bravo. Xingu banha toda a floresta com a água da vida. Ele traz alegria e sorriso no rosto dos curumins da aldeia. Xingu traz alimento para nossa tribo. Mas hoje nosso povo está triste. Xingu recebeu sentença de morte. Os caciques dos homens brancos vão matar nosso rio. O lamento do Vento diz que logo vem uma tal de usina para nossa terra. O nome dela é Belo Monte. No vilarejo de Altamira, vão construir a barragem. Vão tirar um monte de terra, mais do que fizeram lá longe, no canal do Panamá.
Enquanto inundam a floresta de um lado, prendem a água de outro. Xingu vai correr mais devagar. A floresta vai secar em volta. Os animais vão morrer. Vai diminuir a desova dos peixes. E se sobrar vida, ficará triste como o índio.
Como uma grande serpente prateada, Xingu desliza pelo Pará e Mato Grosso, refrescando toda a floresta. Xingu vai longe desembocar no Rio Amazonas e alimentar outros povos distantes. Se o rio morre, a gente também morre, os animais, a floresta, a roça, o peixe tudo morre. Aprendi isso com meu pai, o grande cacique Aritana, que me ensinou como fincar o peixe na água, usando a flecha, para servir nosso alimento.
Se Xingu morre, o curumim do futuro dormirá para sempre no passado, levando o canto da sabedoria do nosso povo para o fundo das águas de sangue. Pela manhã, o Vento me levou para a floresta. O Espírito do Vento é apressado, tem de correr mundo, soprar o saber da alma da Natureza nos ouvidos dos outros pajés. Mas o homem branco está surdo e há muito tempo não ouve mais o Vento.
Eu falei com a Floresta, com o Vento, com o Céu e com o Xingu. Entendo a língua da arara, da onça, do macaco, do tamanduá, da anta e do tatu. O Sol, a Lua e a Terra são sagrados para nós. Quando um índio nasce, ele se torna parte da Mãe Natureza. Nossos antepassados, muitos que partiram pela mão do homem branco, são sagrados para o meu povo.
É verdade que, depois que homem branco chegou, o homem vermelho nunca mais foi o mesmo. Ele trouxe o espírito da doença, a gripe que matou nosso povo. E o espírito da ganância que roubou nossas árvores e matou nossos bichos. No passado, já fomos milhões. Hoje, somos somente cinco mil índios à beira do Xingu, não sei por quanto tempo.
Na roça, ainda conseguimos plantar a mandioca, que é nosso principal alimento, junto com o peixe. Com ela, a gente faz o beiju. Conta a história que Mandioca nasceu do corpo branco de uma linda indiazinha, enterrada numa oca, por causa das lágrimas de saudades dos seus pais caídas na terra que a guardava.
O Sol me acordou dançando no meu rosto. E o Vento trouxe o clamor do rio que está bravo. Sou corajoso guerreiro, não temo nada.
Caminharei sobre jacarés, enfrentarei o abraço de morte da jiboia e as garras terríveis da suçuarana. Por cima de todas as coisas pularei, se quiserem me segurar. Os espíritos têm sentimentos e não gostam de muito esperar.
Eu aprendi desde pequeno a falar com o Grande Espírito da floresta. Foi num dia de chuva, quando corria sozinho dentro da mata, e senti cócegas nos pés quando pisei as sementes de castanha do chão. O meu arco e flecha seguiam a caça, enquanto eu mesmo era caçado pelas sombras dos seres mágicos da floresta. O espírito do Gavião Real agora aparece rodopiando com suas grandes asas no céu. Com um grito agudo perguntou: Quem foi o primeiro a ferir o corpo de Xingu? Meu coração apertado como a polpa do pequi não tem coragem de dizer que foi o representante do reino dos homens. O espírito do Gavião Real diz que se a artéria do Xingu for rompida por causa da barragem, a ira do rio se espalhará por toda a terra como sangue e seu cheiro será o da morte.
O Sol me acordou brincando no meu rosto. O dia se abriu e me perguntou da vida do rio. Se matarem o Xingu, todos veremos o alimento virar areia.
A ave de cabeça majestosa me atraiu para a reunião dos espíritos sagrados na floresta. Pisando as folhas velhas do chão com cuidado, pois a terra está grávida, segui a trilha do rio Xingu. Lembrei que, antes, a gente ia para a cidade e no caminho eu só via árvores. Agora, o madeireiro e o fazendeiro espremeram o índio perto do rio com o cultivo de pastos para boi e plantações mergulhadas no veneno. A terra está estragada. Depois de matar a nossa floresta, nossos animais, sujar nossos rios e derrubar nossas árvores, querem matar Xingu.
O Sol me acordou brincando no meu rosto. E no caminho do rio passei pela Grande Árvore e uma seiva vermelha deslizava pelo seu nódulo. Quem arrancou a pele da nossa mãe? gemeu a velha senhora num sentimento profundo de dor. As palavras faltaram na minha boca. Não tinha como explicar o mal que trarão à terra. Leve a nossa voz para os quatro cantos do mundo clamou O Vento ligeiro soprará até as conchas dos ouvidos amigos ventilou por último, usando a língua antiga, enquanto as folhas no alto se debatiam.
Nosso povo tentou gritar contra os negócios dos homens. Levamos nossa gente para falar com cacique dos brancos. Nossos caciques do Xingu viajaram preocupados e revoltados para Brasília. Eu estava lá, e vi tudo acontecer.
Os caciques caraíbas se escondem. Não querem olhar direto nos nossos olhos. Eles dizem que nos consultaram, mas ninguém foi ouvido.
O homem branco devia saber que nada cresce se não prestar reverência à vida e à natureza. Tudo que acontecer aqui vai voar com o Vento que não tem fronteiras. Recairá um dia em calor e sofrimento para outros povos distantes do mundo.
O tempo da verdade chegou e existe missão em cada estrela que brilha nas ondas do Rio Xingu. Pronta para desvendar seus mistérios, tanto no mundo dos homens como na natureza.
Eu sou o cacique Mutua e esta é minha palavra! Esta é minha dança! E este é o meu canto!
Porta-voz da nossa tradição, vamos nos fortalecer. Casa de Rezas, vamos nos fortalecer. Bicho-Espírito, vamos nos fortalecer. Maracá, vamos nos fortalecer. Vento, vamos nos fortalecer. Terra, vamos nos fortalecer. Rio Xingu! Vamos nos fortalecer!
Leve minha mensagem nas suas ondas para todo o mundo: a terra é fonte de toda vida, mas precisa de todos nós para dar vida e fazer tudo crescer. Quando você avistar um reflexo mais brilhante nas águas de um rio, lago ou mar, é a mensagem de lamento do Xingu clamando por viver.
Cacique Mutua",
Xingu, Pará, Brasil, 08 de junho de 2011.
Fonte:
http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2011/junho/carta-do-caique-mutua-sobre-belo-monte/?searchterm=None
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Dia Nacional da Mata Atlântica - 27 Maio
Por que é tão dificil as pessoas entenderem de uma vez por todas que sem as florestas e toda sua biodiversidade nós não temos como sobreviver?
A Floresta da Tijuca no Rio de Janeiro faz parte da Mata Atlântica. Passei boa parte da minha vida por lá estudando cercada pela exuberante beleza da natureza. Casamos e batizamos o Ian em uma igrejinha lá no Alto da Boa Vista, também cercada pela floresta. Ela já foi desmatada e reflorestada, mas do jeito que as coisas funcionam em nossa sociedade vai ficar cada vez mais complicado, então... vamos preservar!!!
Sobre Mata Atlântica / sos mata atlântica.
Mais: http://ciclicca.blogspot.com/2009/05/dia-nacional-da-mata-atlantica.html
terça-feira, 24 de maio de 2011
E o novo código florestal, como fica?!
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Um recado importante do Greenpeace Brasil:
Olá, ciberativista
Agora é para valer. Após mais de 10 anos sendo debatido, alterado e desmantelado, tudo indica que hoje o Código Florestal será votado na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Os deputados ruralistas não cansam de incluir mudanças que vão deixar a lei que protege as florestas cada vez mais fraca. O que você pode fazer agora é pedir para a Dilma desligar a motosserra do Congresso e proteger a Amazônia.
Durante esta semana, vamos mandar várias mensagens para nossa presidente via twitter @blogplanalto. Afinal, só ela para salvar a floresta agora!
Enquanto a proposta dos ruralistas de mudar o Código corria em Brasília, o desmatamento da Amazônia, que vinha caindo nos últimos anos, voltou a subirdrasticamente nos últimos meses. Entre março e abril, mais de 590 km2 de florestas foram derrubadas, um aumento de 570% em relação ao mesmo período do ano passado. Desse total, cerca de 80% ocorreu no Mato Grosso.
O próprio Secretário de Meio Ambiente do Mato Grosso, Alexander Torres Maia, afirma que o Código Florestal criou a expectativa entre proprietários de terra de que os responsáveis pelos desmatamentos seriam anistiados.
Acompanhe tudo o que acontecerá amanhã durante a votação pelo Twitter do Greenpeace e não esqueça de mandar o seu recado "@blogplanalto Dilma, desliga a motosserra do Congresso. Proteja o #CódigoFlorestal.
Os deputados ruralistas não cansam de incluir mudanças que vão deixar a lei que protege as florestas cada vez mais fraca. O que você pode fazer agora é pedir para a Dilma desligar a motosserra do Congresso e proteger a Amazônia.
Durante esta semana, vamos mandar várias mensagens para nossa presidente via twitter @blogplanalto. Afinal, só ela para salvar a floresta agora!
Enquanto a proposta dos ruralistas de mudar o Código corria em Brasília, o desmatamento da Amazônia, que vinha caindo nos últimos anos, voltou a subirdrasticamente nos últimos meses. Entre março e abril, mais de 590 km2 de florestas foram derrubadas, um aumento de 570% em relação ao mesmo período do ano passado. Desse total, cerca de 80% ocorreu no Mato Grosso.
O próprio Secretário de Meio Ambiente do Mato Grosso, Alexander Torres Maia, afirma que o Código Florestal criou a expectativa entre proprietários de terra de que os responsáveis pelos desmatamentos seriam anistiados.
Acompanhe tudo o que acontecerá amanhã durante a votação pelo Twitter do Greenpeace e não esqueça de mandar o seu recado "@blogplanalto Dilma, desliga a motosserra do Congresso. Proteja o #CódigoFlorestal.
Tuite agora e fique de olho na atuação dos deputados.
Abraços,
Coordenador da campanha do Código Florestal
Greenpeace Brasil
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Jequitibá em São Paulo é um dos mais antigos seres vivos do mundo!
O jequitibá é uma árvore nativa da Mata Atlântica, que pode chegar a ter 40 metros de altura. Em Santa Rita do Passa-Quatro (SP), existe um que tem idade calculada em três mil anos de idade.
Fonte: Portal Globo.com
E eu achava que a floresta que a Júlia Buterfly salvou tinha as árvores mais antigas de cerca de 2 mil anos de idade. Vivendo e aprendendo... e preservando para aprender a viver melhor!
terça-feira, 22 de março de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Coleção Salve o Planeta - Florestas
Estou lendo o livrinho Florestas da coleção Salve o Planeta, da WWF, afinal de contas, esse é o ano internacional das florestas. É bem resumidinho, mas muito legal para situar o leitor sobre o tema. O Ian também se interessou. Estou juntando informações para o aniversário dele esse ano. O tema? Floresta!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Lisa, The tree hugger
Assim como a ativista Julia Buterfly fez, Lisa Simpson subiu em uma enorme sequoia para evitar que fosse derrubada. A Julia passou 2 anos no topo da Luna (como ela chamava a árvore) até que a empresa responsável desistisse de devastar a floresta. Veja a história da Luna aqui.
Abaixo o roteiro do episódio:
Após assistir a um comercial do mais recente game, Bart atira na lareira seu "velho" aparelho. Quando o desejo de fazer com que Marge e Homer comprem uma peça de reposição fracassa, Bart arruma emprego como recepcionista em um restaurante Tailandês. Lisa fica estarrecida com o desperdício de papel usado para fazer o cardápio. Mais tarde, os Simpsons viajam até Krustyburger para uma refeição. No terraço do restaurante estão quatro manifestantes, com roupas de couro cru, condenando a indústria de Krusty pela destruição das florestas tropicais para serem usadas como pasto. Krusty nervoso nega a acusação, apodera-se de uma espingarda de chumbo de um policial, e abre fogo. As vacas ficam crivadas de chumbinhos. Pouco depois, Wiggum aprova o uso de gás que atinge no terraço um lindo adolescente de curtos cabelos loiros encaracolados. De imediato, Lisa apaixona-se pelo lindo manifestante, levado embora em um carro de polícia. Através de um noticiário de televisão Lisa fica sabendo que seu adorado é Jesse Grass, líder do grupo ecológico radical Dirt First. Mais tarde, Lisa visita Jesse na prisão. Ela está entusiasmada com sua dedicação à causa, mormente quando toma conhecimento de uma próxima reunião. Mais tarde, em um depósito, Lisa ouve extasiada como Jesse dirige a palavra ao grupo de ativistas. Primeiro item da pauta é a crise principal: Springfield faz uma licitação dos direitos de corte de madeira da mais antiga sequóia da cidade, e então, um rico Texano pretende cortá-la. Lisa diz a todos que devem lutar para salvar a sequóia. Mais tarde, ela pede permissão a Homer e Marge para agir neste sentido, mas seu pedido é negado. Na mesma noite, Lisa foge e arma-se de coragem para escalar a enorme árvore. Ela alcança um ramo e se acampa. No dia seguinte, quando o rico Texano e seus homens aparecem para derrubar a sequóia, Jesse mostra a garota sentada na árvore. O ardil funciona: o plano do Texano precisa ser interrompido. Mas com o passar do dia, Lisa sente vontade de ficar com sua família. No meio da noite, ela abandona seu posto, pretendendo voltar em uma hora. Mas ao chegar em casa, cai em sono profundo acordando somente na manhã seguinte. Aterrorizada, Lisa monta em sua bicicleta pedalando de volta à árvore. Mas chegando ao seu destino, tudo que ela encontra é um toco irregular. Assistindo o noticiário, Lisa fica sabendo que a árvore não foi cortada, mas sim atingida por um raio. De início, a culpa de Lisa permanece. Porém ela percebeu que o raio foi atraído pelo balde de metal por ela deixada no ramo da árvore. O repórter Kent Brockman relata que o destino de Lisa Simpson (a última a ser vista na árvore) é desconhecido. Lisa diz à sua família que o mundo deve saber que ela não está morta. Isto é, até que o rico Texano declare sua intenção de transformar toda a floresta na Reserva Florestal Lisa Simpson. Jesse, eliminando sua apreensão, faz erigir um memorial para sua amiga. Lisa decide que deve permanecer escondida, porque se o mundo descobrir que ela está viva, a reserva estará perdida e Jesse descobrirá que foi por culpa dela que a árvore fora atingida pelo raio. Mais tarde, a população reúne-se na floresta em honra ao memorial de Lisa. O rico Texano aproveita a oportunidade para anunciar um parque de diversões em homenagem a Lisa, em lugar da reserva natural. Ofendida, Lisa continua com seu intento. Os Dirt Firsters cortam a árvore, ou o "tronco Lisa" fazendo-o rolar morro abaixo destruindo uma loja de Hemp City. Mais tarde, Lisa visita novamente Jesse na prisão, onde Marge vê Jesse beijando sua filha na fronte. Marge agarra Lisa pelo braço e a arrasta para fora. Entretanto, o "tronco Lisa" continua em sua trilha de destruição.
Fonte: http://www.canalfox.com.br/br/series/sinopse/125-5910
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